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PODEMOS AJUDAR CONSTRUIR  UMA BASE  PARA SUA VIDA EMOCIONAL  

      "Porquanto nós somos colaboradores de Deus; vós sois a lavoura de Deus e edifício de Deus. "

                                                                                                                  1 Coríntios 3:9

Somos uma família  do setor de construção e reconstrução de vidas. Ensinamos  todas as etapas do projeto desde a fundação ao acabamento,  respeitando as técnicas construtivas e as normas técnicas vigentes na Bíblia Sagrada. 

 

Início do Cristianismo

 

Durante toda história do Cristianismo, iniciando no velho testamento com o  anúncio da vinda do Messias, a pregação de Jõao Batista, a perseguição de Herodes,  a fuga de Maria e José para o deserto, o nascimento, a manifestação de Deus em sua vida, os milagres, a voz de autoridade, a declaração de ser o filho de Deus, a morte  e a ressurreição de Cristo, fez com que,    leigos, doutos, teólogos e estudiosos da religião cristã, buscassem várias formas de interpretar as escrituras através dos relatos deixados pelos apóstolos. na tentativa de agradar a Deus.

 

Considerada um Judaísmo reformado, fazia parte dele, pregadores como o Apostolo Paulo que tinha  acesso e mobilidade as classes mais altas, por  fazer parte do sinédrio e ter sido educado pele Rabino Gamaliel, sendo ele de grande valia para expansão do evangelho. Muitos ricos e doutos da época foram convertidos através de sua pregação.

 

Muitos  eram convertidos por   tratar de uma nova linha de pensamento que além de oferecer salvação eterna, remissão dos pecados, mostrava um Deus  de milagres, o mesmo que abriu o mar vermelho,  fez sinais, pródigos e operou maravilhas, os convertidos ao Cristianismo teriam acesso ao mesmo Deus dos Judeus através do sangue de Cristo  que foi derramado na cruz, era somente crê e se arrepender dos pecados,  sem qualquer outro tipo de sacrifício. 

 

Muitos intelectuais da época estavam interessados nesta nova versão do judaísmo,  se assim podemos falar,    mostrando-se favoráveis a adesão por ser  a única religião que portava o maior número de  relatos  por escrito sendo ela mais intelectualizada que o paganismo. 

Nomes que marcaram a pré -reforma até a revelação de constantino no século III

 

No inicio do século 100 d.C. Justin Mártin cita que Cristo é o logos, a razão divina dos filósofos.

Marcião, nega  que Jesus é o  mesmo do velho testamento , cria uma relação com Aristóteles.

 

Alguns cultos e adeptos ao paganismo ingressam ao Cristianismo, conhecedores da filosofia, permitia fácil explicação do Deus judaico aos indivíduos de cultura greco-romana.

 

Clemente de Alexandria criou  um certo problema em relação a natureza de Cristo, quando cita que  Deus é incapaz de sofrer ou de mudar e que deveríamos imita-lo, sendo austeros e calmos, que Jesus é Deus, é logos divino, que se tornou homem  ” para que aprendais com um homem a tornar-vos Deus”. usando o mesmo pensamento  de Irineu de Lion e Justino Martin.

 

Dai surgiram as perguntas: se Jesus é o filho de Deus,ele foi criado por Deus? seria ele inferior a Deus? como era possível o pai e o filho serem um único Deus?.

 

Mais tarde no ano 260 d.C. Paulo de Samosata, rebate dizendo que Cristo era apenas um homem em que a palavra e a sabedoria de Deus habitavam, como num templo.

 

Origenes pegando gancho de Platão,  filosofando, dizia que não acreditava que Cristo tinha criado um mundo ex-nihilo, ele cria que a salvação do indivíduos seria por seus esforços  e não através da morte de Cristo.

 

Entrando no século III d.C. o teólogo e defensor do Cristianismo,  Tertuliano, rejeitou a filosofia grega, formulou  a teologia da trindade no Ocidente “três personae, mas uma só substantia” recebeu oposição daqueles que não aceitavam que Deus poderia ter sofrido em Cristo, principalmente os Docetas que defendiam que Cristo assumiu apenas a aparência humana mas era como um espírito incorpóreo, indo contra Marcião, defende a utilização do Antigo Testamento como verdade revelada, crença no pecado original que posteriormente  Agostinho deixa com mais clareza. 

Constantino foi o primeiro imperador romano professar o cristianismo no ano 312   d.C. 

 

Com a morte de Constancio I , Constantino Magno é proclamado Imperador conhecido como o usurpador  e Constantino o grande. 

Durante o tempo em que ficou no poder, combateu uma série de batalhas e guerras que o fizeram o governador supremo do Império Romano, porem faltava dominar todo ocidente romano, já que parte dela era dominado por seu cunhado Magêncio,  após uma série de mediações fracassadas e lutas confusas, Constantino, estrategicamente apoio o usurpador africano Lucio domínio, cortando o suprimento de trigo de Roma, de 308 a 309. 

 

Enquanto esteve diretamente ligado a Maximiano, apresentou-se como o protegido de Hercules, deus que havia sido apresentado como padroeiro de Maximiano. Ao romper com seu sogro e eliminá-lo, Constantino passou a colocar-se sob a proteção da divindade padroeira dos imperadores-soldados do século anterior, Deus sol Invicto. Revelando uma crença  no mínimo de conveniência.  

 

No entanto, Constantino  Entrou  na História como primeiro imperador romano a professar o cristianismo , na seqüência da sua vitória sobre Magencio na Batalha de Ponte Milvio, em 28 de outubro  de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão.

 

Segundo a tradição, na noite anterior à batalha, sonhou com uma cruz, e nela estava escrito em Latim: In hoc signo vinces “Sob este símbolo vencerás”.

 

De manhã, um pouco antes da batalha, mandou que pintassem uma cruz nos escudos dos soldados e conseguiu uma vitória esmagadora sobre o inimigo.    

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EXCELÊNCIA EM CONSTRUÇÃO

 

Do básico ao acabamento, nossos serviços são de excelência com a regra de Fé e prática  para tudo dar certo.

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SEGURANÇA

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.
Mateus 28:20

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CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL

 

Nossa construção é em harmonia com o meio ambiente. Amenizamos ao máximo os impactos à natureza.

 

Reforma Protestante 

O catolicismo não satisfazia os anseios espirituais do povo que buscava uma religião satisfatória e prática, que respondesse às suas indagações e expectativas. O autoritarismo da Igreja católica romana era insustentável.

A partir do final do Século XII, começam a surgir alguns movimentos na Europa que pediam mudanças dentro da Igreja Católica Romana. Entre eles podemos destacar dois grupos:

Os valdenses com Pedro Valdo na Itália.

Os cataritas na França

 

Também surgiram alguns homens que podemos considerá-los pré-reformadores como:

John Wycliff na Inglaterra, no século XIV, 1384
John Huss na Boêmia, no começo do século XV, 1415
Jerônimo Savanarola na Itália, no final do século XV, 1498

 

A Reforma Protestante, no entanto, só aconteceu no Século XVI na Alemanha, quando o frade Agostiniano Martinho Lutero afixou as 95 teses nas portas da igreja do castelo de Wittenberg.

Era o dia 31 de outubro de 1517, véspera do dia de “todos os santos”, quando milhares de peregrinos afluíam para Wittenberg para a comemoração do feriado do “dia todos os santos e finados”, 01 e 02 de novembro.

Era costume pregar nos lugares públicos os avisos e comunicados. Lutero aproveitou a oportunidade e, através de suas teses, combatia as indulgências que eram vendidas por João Tetzel com a falsa promessa de muitos benefícios. Ele dizia que, se alguém comprasse uma indulgência para um parente falecido, “no momento em que a moeda tocasse no fundo do cofre a alma saltava do inferno e ia direto para o céu”.

Lutero expressa suas ideias através de três obras. São elas:

a) A Liberdade Cristã.

b) Apelo à Nobreza. Aqui Lutero faz um apelo para o povo se unir contra a Igreja Católica Romana.

c) Cativeiro Babilônico da Igreja. Afirmava que a Igreja estava vivendo num cativeiro, assim como o povo de Israel esteve na Babilônia escravizado.

 

Principais doutrinas defendidas por Lutero

 

a) Justificação pela fé. Baseado nos ensinos de Paulo, ele ensinava que o homem não é justificado pelas suas obras, mas pela fé em Jesus Cristo.

 

b) A infalibilidade da Bíblia. Ele considerava a Bíblia infalível e acima de toda e qualquer tradição religiosa. Enquanto a Igreja Católica Romana defendia a ideia de que o papa era infalível e a Bíblia era sujeita à sua interpretação, Lutero afirmava que A Bíblia estava acima do papa, pois ela é a Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo.

 

c) Sacerdócio de todos os crentes. Lutero negava o conceito que afirmava ter o papa poderes sobrenaturais como intermediário entre o povo e Deus. Ele defendia a ideia de que todo crente é um sacerdote e tem livre acesso à presença de Deus. Não precisamos de um intermediário, o único intermediário entre o homem e Deus é o Senhor Jesus Cristo.

 

Os princípios fundamentais da Reforma

 

a) Supremacia das Escrituras sobre a tradição.
b) A supremacia da fé sobre as obras.
c) A supremacia do povo sobre o sacerdócio exclusivo.

 

Lutero foi vitorioso?

Sim. Apesar das tentativas para condenarem Lutero, o papa e o Imperador Carlos V não conseguiram. Quando foi convocado a comparecer ao concílio diante do imperador, ele expressou-se destemidamente da seguinte forma: “É impossível retratar-me, a não ser que me provem que estou laborando em erro, pelo testemunho das Escrituras ou por uma razão evidente. Não posso confiar nas decisões de concílios e de Papas, pois é evidente que eles não somente têm errado, mas se têm contraditado uns aos outros. Minha consciência está alicerçada na Palavra de Deus. Assim Deus me ajude. Amém”.

Uma das expressões mais profundas do sentimento de Lutero está no hino Castelo Forte que diz:
“Que a Palavra ficará, sabemos com certeza, e nada nos assustará, com Cristo por defesa; se temos de perder os filhos bens, mulher, embora a vida vá, por nós Jesus está, e dar-nos-á seu Reino”.

 

Martinho Lutero escreveu as suas 95 teses em 1517, quando Calvino tinha oito anos de idade. Para muitos, Calvino terá sido para a língua francesa aquilo que Lutero foi para a língua alemã – uma figura quase paternal. Lutero era dotado de uma retórica mais direta, por vezes grosseira, enquanto que Calvino tinha um estilo de pensamento mais refinado e geométrico.

 

Bernard Cottret, biógrafo (francês) de Calvino, faz a seguinte citação:  "Quando se observa estes dois homens podia-se dizer que cada um deles se insere já num imaginário nacional: Lutero o defensor das liberdades germânicas, o qual se dirige com palavras arrojadas aos senhores feudais da nação alemã; Calvino, o filósofo pré-Cartesiano, percussor da língua francesa, de uma severidade clássica, que se identifica pela clareza".